quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Teori estava a bordo de avião que caiu em Paraty, diz filho

STF decide pela situação de Renan Calheiros
Ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo (Fellipe Sampaio/SCO/STF/Divulgação)
Veja
O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki estava na lista de passageiros do avião de modelo Beechcraft C90GT, prefixo PR-SOM, que caiu nesta quinta-feira no litoral de Paraty, no Sul do Rio de Janeiro, segundo informações da assessoria de imprensa do STF. Não há confirmação de que ele tenha embarcado na aeronave. O filho do magistrado, Francisco Zavascki, disse a VEJA que esperava por “um milagre”. “Infelizmente, o pai estava no avião que caiu”, afirmou.
Segundo ele, a família do ministro tem informações não confirmadas de que existiria um sobrevivente. Os familiares do magistrado, relator dos processos da Operação Lava-Jato, estão reunidos em Porto Alegre.
O avião saiu do aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, às 13h (horário de Brasília), com destino ao aeroporto de Paraty. A aeronave caiu no mar à tarde, quando chovia bastante na região. O Corpo de Bombeiros não tem informação sobre nenhum sobrevivente. A corporação foi acionada às 14h15 e ainda não teve acesso à lista de passageiros. Uma equipe de mergulhadores e o grupamento marítimo foram acionados para fazer as buscas.
A presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, telefonou para o presidente Michel Temer para pedir ajuda para confirmar se o magistrado estava ou não a bordo da aeronave. O avião Beechcraf pertencia ao Grupo Emiliano, dono de uma cadeia de hoteis. O grupo ainda não ainda não se pronunciou sobre o acidente.
A aeronave, prefixo PR-SOM, modelo C90GT é da Beechcraft, fabricada em 2006. O avião é um turbohélice bimotor com capacidade total de oito pessoas, sendo sete passageiros. Os certificados de vistoria valiam até 2022.

STF diz que Teori Zavascki estava na lista de passageiros

Folha de São Paulo


Um avião modelo C90GT King Air caiu na tarde desta quinta-feira (19) com quatro ocupantes a bordo.

Segundo o Supremo Tribunal Federal, o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato na corte, estava na lista de passageiros, mas não há confirmação de que ele estivesse realmente a bordo.

Não há informações até o momento sobre mortes.

A aeronave, prefixo PR-SOM, havia saído do Campo de Marte, em São Paulo, às 13h01. Segundo a Infraero e Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), ela pertence à Emiliano Empreendimentos e Participações Hoteleiras, dona do hotel Emiliano.

A informação sobre o acidente chegou à Aeronáutica a partir do Corpo de Bombeiros do Rio. O braço regional do Cenipa no Rio enviou uma equipe à região. Devido a "intensas chuvas" que caem na região, segundo a Aeronáutica, a equipe teve que deslocar de carro, devendo chegar ao local do acidente no início da noite desta quinta-feira (19).

Pedro Ladeira/Folhapress
O ministro Teori Zavascki
O ministro Teori Zavascki

Ministro Teori Zavascki, do STF, está na lista de passageiros de avião que caiu em Paraty

Teori Zavascki: nome do ministro constava na lista de passageiros de avião que caiu em Paraty
Teori Zavascki: nome do ministro constava na lista de passageiros de avião que caiu em Paraty Foto: André Coelho/Agência O Globo
Extra/O Globo


O nome do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki estava na lista de passageiros do avião de pequeno porte que caiu no mar de Paraty, na tarde desta quinta-feira. No entanto, a assessoria do tribunal não confirma o embarque do ministro até este momento.
Avião caiu por volta das 15h, próximo à Ilha Rasa, na Costa Verde do RJ
Avião caiu por volta das 15h, próximo à Ilha Rasa, na Costa Verde do RJ Foto: Reprodução/Twitter

Segundo o Corpo de Bombeiros, o avião PR-SOM, modelo Hawker Beechcraft King Air C90 decolou por volta das 13h do Campo de Marte, em São Paulo. Segundo a Infraero, a aeronave tem capacidade para oito pessoas. De acordo com a FAB (Força Aérea Brasileira), quatro pessoas estavam a bordo.

Procurado pelo EXTRA, o Hotel Emiliano, proprietário do avião, afirmou que não tem informações sobre o acidente ou a lista de passageiros. No Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), o expediente já havia sido encerrado e ninguém foi encontrado para falar sobre o acidente. A Infraero informou que as informações seriam passadas somente pelo Hotel Emiliano.
Hawker Beechcraft King Air C90: modelo que caiu em Paraty tinha capacidade para oito pessoas
Hawker Beechcraft King Air C90: modelo que caiu em Paraty tinha capacidade para oito pessoas Foto: Divulgação


Avião de pequeno porte cai em Paraty; lista de passageiros inclui ministro do STF

Eliane Cantanhêde, Breno Pires, Beatriz Bulla e Fábio Grellet - O Estado de S.Paulo

Supremo Tribunal Federal não confirma se ministro Teori Zavascki embarcou

Um avião de pequeno porte caiu nesta quinta-feira, 19, no mar em Paraty, litoral sul do Rio de Janeiro,  e o nome do ministro do Teori Zavascki está na lista de passageiros. Segundo a assessoria do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori estava em São Paulo e seu nome estava entre os passageiros, mas a Corte não confirma se o ministro embarcou. Não há confirmações sobre mortes.
Há informações desencontradas sobre sobreviventes. Extraoficialmente, sabe-se que o presidente Michel Temer e a presidente do STF, Cármen Lúcia, foram informados sobre o acidente, que teria vitimado Teori. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também recebeu, na Suíça, a mesma informação. O avião partiu de São Paulo para o Rio de Janeiro. 
O Corpo de Bombeiros do Rio informou que são realizadas buscas de pelo menos três pessoas que estariam a bordo do avião de pequeno porte que caiu no mar, perto de Paraty. De acordo com a assessoria da corporação, no momento são preparados "aparatos para o resgate" de pelo menos três pessoais que estariam no avião.
Foto: Divulgação
Modelo do avião que caiu perto de Paraty
Modelo do avião que caiu perto de Paraty

Mais informações em breve.

Carrefour cresce 9% no Brasil

Dayanne Sousa - O Estado de S.Paulo

Distância em vendas para Grupo Pão de Açúcar é a menor desde 2014


O Carrefour reportou no quarto trimestre de 2016 crescimento de 9% nas vendas no Brasil no critério mesmas lojas, que considera os pontos de venda abertos há mais de um ano. O resultado no País contribuiu para que o grupo varejista francês superasse a expectativa de analistas, apurando receita de 23,37 bilhões de euros nos três últimos meses do ano.
A diferença entre o ritmo de crescimento das vendas dos dois maiores grupos de varejo alimentar no Brasil, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) e o Carrefour, atingiu o menor nível em dez trimestres. O Carrefour reportou nesta quinta-feira, 19, crescimento de vendas de 9% no critério mesmas lojas (unidades abertas há mais de um ano) no Brasil no quarto trimestre de 2016, enquanto o GPA registrou alta de 7,7% nas vendas mesmas lojas no varejo de alimentos.
Foto: Ahmad Yusni|EFE
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O Carrefour vem registrando um ritmo de crescimento de vendas superior ao do GPA desde o terceiro trimestre de 2014
O Carrefour vem registrando um ritmo de crescimento de vendas superior ao do GPA desde o terceiro trimestre de 2014, mas a diferença atingiu seu menor nível desde então nestes três meses finais de 2016.
Considerando a totalidade das lojas, ou seja, incluindo pontos de venda abertos ao longo do ano, o Carrefour reportou que houve crescimento de 12,4% na receita no Brasil entre outubro e dezembro de 2016 ante iguais meses de 2015. O indicador considera o câmbio entre reais e euros constante. A receita líquida do GPA no varejo alimentar cresceu em ritmo semelhante, com alta de 12,1% na mesma comparação.
Apesar de o ritmo de crescimento de vendas mesmas lojas do GPA ainda ser menor do que o do seu principal concorrente, analistas avaliaram que os resultados do Carrefour trazem uma leitura positiva para as ações do Grupo Pão de Açúcar.
A percepção é de que o GPA está tendo sucesso nos planos de recuperação das vendas de seus hipermercados da bandeira Extra.
"Apesar de (as vendas mesmas lojas) do GPA estarem abaixo das registradas pelo Carrefour, acreditamos que esses números já sugerem que o GPA começou a colher os frutos de algumas iniciativas para melhorar as operações do Extra Hipermercado, ganhando market share de seu maior competidor", comentou em nota a equipe de análise da Brasil Plural.
Além dos esforços no Extra, outra explicação para um desempenho mais parecido de Carrefour e GPA está no fato de que o grupo controlado pelo Casino acelerou a abertura de redes de "atacarejo" no Brasil com a bandeira Assaí. Esse formato de loja vem conquistando a preferência dos consumidores mais sensíveis a preço e, no entanto, é um modelo de negócio com margem menor.
Profissionais do mercado avaliam que a recuperação nas vendas do GPA pode estar ocorrendo às custas de uma piora na rentabilidade, já que a recuperação das vendas do Extra passa por uma maior agressividade promocional.
"Acreditamos que o GPA deve continuar a ter um bom momento de vendas nos próximos trimestres, mas sob um cenário de margens menores, dada a crescente penetração do Assaí no total das vendas e uma maior pressão de margens na divisão Multivarejo (que inclui as bandeiras Extra e Pão de Açúcar)", concluiu o BTG Pactual.
Em um relatório elaborado ontem, antes da divulgação dos dados do Carrefour, o Credit Suisse corrobora com a visão de que o crescimento do GPA tende a ser mais forte pela frente. Apesar disso, os analistas Tobias Stingelin, Bruno Zanotta, Leandro Bastos, Mariana Hernandes e Antonio Gonzalez consideram que há incertezas relacionadas ao investimento na companhia.

"Do lado positivo, acreditamos que a estratégia está mais clara e que a companhia teve que reagir para ao menos estabilizar as vendas da bandeira Extra", comentaram os analistas. Eles ponderam que o movimento de maior agressividade promocional deve afetar as margens e que ainda é preciso aguardar por uma estabilização dos níveis de rentabilidade do negócio.

Teori Zavascki estava no avião que caiu em Angra dos Reis

Ministro Teori Zavascki estava no avião que caiu em Angra dos Reis
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki estava no avião que caiu na região de Angra dos Reis na tarde desta quinta-feira. A informação é da jornalista Débora Bergamasco.
A aeronave decolou às 13h01 do Campo de Marte, em São Paulo, com destino a Paraty, com quatro pessoas a bordo. A aeronave pertence a Emiliano Empreendimentos e Participações Hoteleiras.
O Corpo de Bombeiros informou que o avião caiu no mar, próximo à Ilha Rasa, e está parcialmente submerso. Além dos bombeiros da cidade, homens do quartel de buscas e salvamento da Barra da Tijuca, no Rio, se deslocam para o local para auxiliar nas buscas. Os bombeiros não informaram se há sobreviventes.
Na hora do acidente, chovia forte em Paraty e a região estava em estágio de atenção.

Brasil ocupa penúltima posição em ranking de competitividade com 18 países

Anne Warth - O Estado de S.Paulo

Ranking é liderado pelo Canadá, seguido por Coreia do Sul e Austrália; País só ficou à frente da Argentina

Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO
7 indicadores nacionais e internacionais que mostram a deficiência da educação brasileira
Boa notícia do estudo é que o País melhorou sua posição no fator educação, saindo da 10ª para a 9ª posiçã
BRASÍLIA - O Brasil ficou na penúltima posição em um ranking de competitividade que inclui 18 países, de acordo com estudo feito anualmente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento compara nove critérios que influenciam a capacidade de uma empresa brasileira competir com uma companhia estrangeira. O ranking é liderado pelo Canadá, seguido por Coreia do Sul e Austrália. O País só ficou à frente da Argentina.
De 2015 para 2016, o Brasil piorou em quatro desses indicadores: disponibilidade e custo de mão de obra; ambiente macroeconômico; competição e escala do mercado doméstico; e tecnologia e inovação. O Brasil se manteve estável nos critérios disponibilidade e custo de capital; infraestrutura e logística; peso dos tributos; e ambiente de negócios.
A boa notícia do estudo é que o País melhorou sua posição no fator educação, saindo da 10ª para a 9ª posição nesse quesito. De acordo com a CNI, os gastos com educação foram o motivo desse desempenho. No ano passado, o Brasil destinou 6,4% do PIB para a educação, volume inferior apenas ao da África do Sul, que reservou 7,3% do PIB para este fim. Dos nove critérios abordados, é na educação que o País registra a melhor posição.

Confira quais são os países mais e menos competitivos

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No quesito disponibilidade e custo de mão de obra, o Brasil caiu da 5ª para a 11ª posição, influenciado pelo aumento do desemprego. Também pesaram contra o País a baixa produtividade do trabalho e o alto custo da mão de obra.
No fator ambiente macroeconômico, o Brasil recuou do 15º para a 17º lugar, também na penúltima posição. Os motivos foram a inflação elevada, o aumento da dívida bruta, os juros altos e a baixa taxa de investimentos.
No critério competição e escala do mercado, o País saiu da 10ª para a 12ª colocação, em razão da recessão econômica e a consequente diminuição do consumo das famílias. Também influenciaram nesse desempenho a baixa concorrência no mercado interno e as altas tarifas alfandegárias aplicadas pelo governo.
No subitem tecnologia e inovação, o Brasil foi do 9º para o 11º lugar, devido à queda dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento e à redução da capacidade de inovação das empresas brasileiras.
O Brasil permanece na última colocação no quesito disponibilidade e custo de capital, em razão dos altos custos e a baixa disponibilidade de recursos. Entre os 18 países, o Brasil teve a maior taxa de juros real de curto prazo (11%) e o maior spread bancário (31,3%). Dos nove critérios abordados, este é o que o País está na pior colocação.
No fator infraestrutura e logística, o Brasil ficou com a 15ª posição, com as piores avaliações em todos os modais de transporte, como rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. A rede de telecomunicações foi a única bem avaliada.
No critério tributos, o Brasil permaneceu na 16ª posição. Embora a receita total com impostos tenha se mantido estável no País, com 21% do PIB, houve queda na Rússia, México e China.
No subitem ambiente de negócios, o Brasil continuou na 17ª posição, devido a avaliações ruins em relação à eficiência do Estado, segurança jurídica, burocracia e relações de trabalho.
Para a CNI, a melhora da competitividade da economia brasileira depende da recuperação da estabilidade econômica e da aprovação de reformas previdenciária e trabalhista. Apesar da aprovação de um teto para o crescimento dos gastos do governo, a entidade cobra a mesma medida para os Estados e municípios.

Desde que o levantamento começou a ser realizado, em 2012, o País nunca conseguiu sair do penúltimo lugar. Integram o ranking outros 17 países com economias similares, como África do Sul, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Espanha, Índia, Indonésia, México, Peru, Polônia, Rússia, Tailândia e Turquia.