domingo, 22 de outubro de 2017

Ministro do Supremo discute com blogueiro

Com Blog do Josias - UOL


Os ministros do Supremo, como se sabe, estão sentados do lado direito de Deus. Neste domingo, entretanto, Alexandre de Moraes desceu ao purgatório do Twitter para responder a um post veiculado aqui na última sexta-feira. Com a supremacia em riste, Moraes desancou o repórter: “Ignorância, burrice, apoio ao tráfico, ou tudo junto, que soma mais de 40% das mortes no país. É fácil criticar sem conhecer a realidade.” Na sequência, Moraes foi apresentado à realidade das redes sociais. Descobriu da pior maneira que todos são iguais perante as leis da internet. Atacado impiedosamente, o ministro chegou a ordenar a um internauta: “Vá trabalhar!”
Ignorância, burrice,apoio ao tráfico, ou tudo junto, que soma mais de 40% das mortes no país. É fácil criticar sem conhecer a realidade.
Tudo começou na sexta-feira. Horas antes da exibição do último capítulo de ‘A Força do Querer’, Moraes reclamou numa palestra da suposta glamorização da personagem Bibi Perigosa, vivida por Juliana Paes. Declarou que a novela de Glória Perez “mostra aqueles bailes funk, fuzil na mão, colarzão de ouro, mulheres fazendo fila para os líderes do tráfico, só alegria. Aí mostra a Bibi, que se regenerou, ela tentando procurar emprego e não conseguindo. Qual é a ideia que é dada? Que é melhor você não largar. Enquanto você não larga, você tá na boa. É uma valorização. Aí podem dizer que essa é a realidade. Mas tá passando isso de uma forma glamorizada.”
O repórter sustentou que, no Supremo, a coisa é muito pior. Anotou que, não fosse uma senhora bem-posta, Glória Perez talvez dissesse a Moraes algo assim: a TV Justiça “mostra aquelas sessões plenárias do Supremo, Constituição na mão, toga sobre os ombros, poderosos fazendo fila à espera de sentenças que nunca chegam, só alegria. Aí mostra o Aécio, que se safou. A Primeira Turma tentando impor sanções e o plenário impedindo. Qual é a ideia que é dada? Que é melhor você não largar o foro privilegiado. Enquanto você não larga, você tá na boa. Aí podem dizer que essa realidade precisa mudar. Mas sempre haverá um ministro no Supremo para pedir vista do processo e declarar, com glamour: 'Tem que manter isso'!”
Ex-ministro da Justiça de Michel Temer, Moraes não se notabilizou pelo combate ao tráfico. Coordenou a elaboração de um plano nacional de segurança que a realidade vai convertendo em pó (com trocadilho!). No Supremo, porém, Moraes tornou-se notável rapidamente. Pediu vista do processo sobre a limitação do alcance do foro privilegiado. Com seu gesto, favoreceu ex-colegas de governo que respondem a inquéritos na Suprema Corte. Evitou, por exemplo, que ministros como Moreira Franco e Eliseu Padilha tivessem o mesmo destino do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso preventivamente na Papuda.
Na resposta ao blog, Moraes enquadrou o repórter: “A ignorância de Josias de Souza é tão grande que não sabe que a vista do foro foi devolvida em setembro. Estude mais. Criticar é fácil.” Embora reconheça que precisa estudar muito para alcançar a genialidade de Moraes, o signatário do blog não ignora que o ministro já devolveu o processo à presidência do Supremo. O problema é que permanece pendente de julgamento uma encrenca que poderia ter sido julgada há 143 dias, não fosse o providencial pedido de vista. De resto, Moraes renderia homenagens à transparência se explicasse por que ficou sentado sobre o processo por mais de 100 dias.
A ignorância de Josias de Souza é tão grande que não sabe que a vista do foro foi devolvida em setembro. Estude mais. Criticar é fácil.
Ex-secretário de Segurança do governo tucano de São Paulo, Moraes compôs no Supremo a maioria de 6 a 5 que transferiu para o Legislativo a palavra final sobre sanções cautelares impostas a parlamentares. Graças a esse recuo, o Senado pôde restituir a Aécio Neves o mandato que a Primeira Turma do Supremo suspendera. Sobre isso Moraes não se animou a escrever uma mísera palavra no Twitter. Aos internautas que o criticaram, o ministro respondeu com uma interrogação: “Vocês concordam com o glamour do tráfico de drogas, banhado a sangue, contra o trabalho sério do povo brasileiro?”
Vocês concordam com o glamour do tráfico de drogas, banhado a sangue contra o trabalho sério do povo brasileiro?
O repórter, por ignorante, não etendeu a analogia que o ministro tentou estabelecer. No encerramento de ‘A Força do Querer’, Bibi estava regenerada. Rubinho, seu marido-traficante foi passado nas armas pelo comparsa Sabiá, que recebeu voz de prisão de Jeiza, uma policial militar de mostruário. Salvo melhor juízo, Glória Perez quis realçar a tese segundo a qual o crime não compensa. E a plateia, a julgar pela audiência, foi trabalhar no dia seguinte embevecida com o sucesso da novela.

É compreensível que Moraes não tenha gostado do que viu. A realidade que a ficção exibe só existe porque autoridades como o ministro fracassam em suas tentativas de combater o crime. De resto, Moraes está habituado com uma realidade que ultrapassa qualquer ficção. Os últimos movimentos do Supremo ensinam que não é que o crime não compensa. É que, quando compensa, ele muda de nome. Só não vê quem é ignorante e burro. Ou aliado do tráfico. O repórter, atento ao conselho supremo —“estude mais”— não ousaria discordar de alguém que fala da ignorância e da burrice com tamanha supremacia. Trata-se, evidentemente, de um especialista.

O 'estado' brasileiro é uma barreira quase intransponível a impedir que a nação se consagre definitivamente como 'país do futuro'

Quem olha o Brasil de Nova Iorque, nove horas de vôo de São Paulo, tem a sensação de que nunca chegaremos ao tal 'país do futuro', que ouvimos desde os anos 1950.

Na América, tudo funciona. E parece simples. É como se cada cidadão pulasse da cama todos os dias e fosse fazer a sua parte.

Vale uma reflexão sobre um fato.

Governo nos Estados Unidos é uma imagem bem distante.

O Estado é, parece, uma figura abstrata.

No entanto, recomenda-se não cometer um crime, por menor que seja.

Avançar um sinal, quebrar uma vidraça, dirigir embriagado, deixar sujeira de cachorro na calçada, matar alguém ou cometer um roubo ou assalto, então. É xadrez, sem escala.

Você passa na rua e estão abrindo um buraco. Atuam no buraco equipes do gás, da luz, do telefone, do saneamento...

Dois dias depois, você passa no local... Ué! Cadê o buraco? Sumiu!

Sem  mistério. Tudo passa pela iniciativa privada. O governo/Estado fica só de olho.

É esse o papel do Estado. Cobrar para que seja feita a coisa certa.

Há alguns anos, foi feita uma pesquisa em Harvard sobre o que estudantes esperavam no futuro.

Quatro em cada cinco brasileiros pretendiam fazer concurso para 'servidor público': juízes, promotores, delegados, agentes da receita federal...

Entre jovens dos Estados Unidos, o resultado da pesquisa mostrou exatamente o contrário: em cada grupo de cinco estudantes, apenas um queria ser 'servidor público'.

Isso, de certa forma, explica o empreendedorismo do povo americano e a crônica dependência do cidadão brasileiro ao Estado.

Aliás, faça uma pesquisa rápida na sua família e na de amigos para descobrir quantas pessoas 'trabalham' para o governo, federal, estadual ou municipal.

O 'estado' brasileiro é uma barreira quase intransponível a impedir que o país se consagre definitivamente como 'país do futuro'.

A nuvem de 40 milhōes de reais de Suassuna, comparsa da família Lula, maior corrupto do Brasil

Com O Antagonista


Há um ano, precisamente, O Antagonista revelou como a editora Gol, de Jonas Suassuna, ganhou milhōes com a tal “Nuvem de Livros”.

Veja:

SUASSUNA EMBOLSOU 40 MILHÕES COM A VIVO

Brasil 25.10.16 22:18

Não foi só com a Oi que Jonas Suassuna ganhou rios de dinheiro – depois supostamente repassado a Lulinha e seus sócios-laranjas.

No laudo da Polícia Federal sobre a movimentação bancária de suas empresas, chama a atenção o valor de R$ 40 milhões embolsados pela Editora Gol com a Movile Internet Movel.

O Antagonista descobriu que o dinheiro tem origem numa parceria com a Vivo para promover os serviços “Nuvem de Livros” e “Nuvem do Jornaleiro”, pelo qual o cliente é debitado em até R$ 3,49 por semana.

Fontes garantem que 95% dos usuários são clientes pré-pago ou Vivo Controle, que não possuem extrato de conta mensal e raramente percebem o débito. O site “Reclame Aqui” registra inúmeras queixas de cobranças não autorizadas pelo serviço.

Shinzo Abe garante vitória de eleições parlamentares no Japão

O Estado de S.Paulo

O partido do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, garantiu ampla vitória nas eleições legislativas deste domingo, 22, segundo os primeiros resultados da apuração de votos. A coalizão liderada pelo conservador Partido Liberal Democrático, de Abe, conseguiu eleger dois terços dos representantes da câmara baixa do congresso no Japão. 
Shinzo Abe
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, participa da apuraçãod as eleições parlamentares colocando rosetas nos nomes de candidatosque espera eleger neste domingo, 22 de outubro Foto: Issei Kato / Reuters
Ao menos 310 das 465 cadeiras em disputa foram conquistadas pela coalizão governista, segundo a TV estatal NHK. O resultado pode abrir espaço para uma revisão da constituição do Japão, considerada pacifista. As campanhas foram marcadas pelo debate sobre a Coreia do Norte, que disparou mísseis sobre o território japonês e no mar próximo ao litoral do país neste ano
Abe dissolveu a câmara baixa há menos de um mês, forçando as eleições instantâneas. A capacidade de ganhar 465 lugares na câmara mais poderosa, que escolhe o primeiro ministro. Uma vitória eleitoral aumentaria as chances da Abe de ganhar outro mandato de três anos em setembro próximo como líder do Partido Liberal Democrata. Isso poderia prolongar seu mandato para 2021, dando-lhe mais tempo para prosseguir o seu objetivo de revisão de longa data Constituição do pós-guerra do Japão.
O resultado aumenta as chances de Abe ganhar um novo mandato de três ano, em setembro de 2018. O atual primeiro-ministro está no poder desde o fim de 2012, depois de um curto governo entre 2006 e 2007. Caso vença no próximo ano, Abe pode manter-se no cargo até 2021 e se tornar o político com mais tempo no cargo na história do Japão. / AFP e Bloomberg

'Poder escolher onde morar é um presente', diz Karina Bacchi

Fernanda Bassette - O Estado Estado de São Paulo

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Foto: Fabio Cerati
A atriz Karina Bacchi, de 41 anos, provocou furor nas redes sociais quando anunciou que viajaria para os EUA para ter o primeiro filho, Enrico, uma produção independente. A seguir, a entrevista:
Como foi a decisão de ter um bebê de maneira independente? 
No ano passado, me separei do meu marido, com quem fiquei casada por seis anos. Ele tem dois filhos do primeiro casamento e não queria ser pai novamente. Também descobri a hidrossalpinge, um acúmulo de líquido nas trompas, e tive de retirá-las. Me vi diante do risco de não realizar meu sonho.
O fator decisivo foi a múltipla cidadania que meu filho teria. Tenho cidadania italiana e sei o quanto é positivo. Poder ter essa facilidade de escolher futuramente onde morar, estudar, trabalhar sem o obstáculo da falta de documentação, é um presente para ele. Não sabemos como estará o Brasil ou o mundo daqui a alguns anos nem onde será o melhor lugar para se viver. Então optei por deixar as portas abertas.
Quais foram seus principais medos e inseguranças com o fato de ter o bebê fora do País? Quanto tempo você ficou por lá?
Três meses. Senti falta de casa, pais e amigos, dos pets. Também senti medo quando soube que um furacão estava chegando. O mês pós-parto foi o de mais ansiedade enquanto aguardava o momento de voltar, a documentação e o tempo certo para o Enrico pegar o 1.° voo.
Qual foi seu investimento total?
Cerca de R$ 35 mil na parte médica e hospitalar, em que estão inclusos serviços de pediatria, obstetra, hospital e a documentação. Tive também despesa de cerca de US$ 15 mil (R$ 47,5 mil) para aluguel, passagens, transporte e itens do dia a dia.

Brasileiras vão aos EUA para ter bebê e garantir cidadania americana aos filhos

Fernanda Bassette - O Estado de São Paulo

Mulheres brasileiras têm viajado até os Estados Unidos para ter bebê em solo americano e, consequentemente, garantir que a criança adquira a cidadania americana. Pela legislação local, qualquer um que nasça lá recebe a cidadania automaticamente, com todos os direitos e deveres. 
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Foto: Hélvio Romero/ Estadão
A assistente administrativa Alessandra Cristina da Silva, de 36 anos, e o representante comercial Rodrigo dos Santos, de 35 anos, tiveram o primeiro filho, Thomas, em Miami. Ela conta que nunca soube da possibilidade até engravidar e ler sobre como fazer o enxoval do bebê nos EUA. Na pesquisa, soube da existência do serviço oferecido pela agência Ser Mamãe em Miami, primeira agência americana estruturada especificamente para atender gestantes brasileiras e latinas que queiram ganhar o bebê na América do Norte.
“Convencer o marido a topar foi a parte mais difícil”, brinca Alessandra, que diz que o marido tinha ressalvas em ter o primeiro filho fora do País por estar longe da família e não dominar completamente a língua.
A gestação foi avançando e Alessandra amadureceu a ideia, mesmo sem total apoio da família. Ela tinha em mente ter o filho em Miami para que ele possa, no futuro, estudar e trabalhar legalmente nos EUA. “Todo mundo achava que estava louca, ainda mais por ser o primeiro filho. E se algo desse errado?”
O casal raspou as economias e decidiu investir cerca de R$ 100 mil (entre custos médicos, de bilhetes aéreos e de hospedagem) no sonho. Alessandra, viajou com 32 semanas de gestação acompanhada da mãe, enquanto o marido ficou trabalhando. Thomas nasceu em 10 de julho, de parto normal. Ela voltou com o filho para o Brasil em 19 de agosto. “Com certeza, se eu tiver um segundo filho, voltarei para os EUA.”
Segundo a Embaixada Americana no Brasil, a Lei de Imigração e Nacionalidade dos EUA não contém qualquer inelegibilidade para gravidez ou intenção de ter bebê nos EUA. 
No caso do “turismo do nascimento”, a exigência é que todo solicitante de visto deve demonstrar ao agente consular que não pretende usar o visto de visitante para ficar indefinidamente no país. Também deve comprovar que tem dinheiro e intenção de pagar os custos da viagem, incluindo médicos. Não há dado oficial de brasileiras que vão aos EUA para isso. 
Em alta. Em 2015, a agência atendeu 13 casos desse tipo. Até setembro deste ano, 122. E já há casos agendados para 2018. O aumento da procura ocorreu após a atriz e apresentadora Karina Bacchi, de 41 anos, ter anunciado nas redes sociais, no meio do ano, que iria ter o seu primeiro filho, fruto de uma produção independente, nos Estados Unidos, por causa da cidadania.
“Antes recebíamos cerca de dez e-mails por semana pedindo informações. Depois da Karina, passamos a receber mais de 50”, informou a Ser Mamãe em Miami. O serviço foi idealizado em 2015 pelo pediatra brasileiro Wladimir Lorentz, que vive nos EUA há 30 anos, em parceria com dois médicos obstetras (um colombiano e um equatoriano) após perceber a demanda de turistas russas em outras clínicas. “Pensei: por que não oferecer o mesmo a brasileiras e latinas que gostam tanto de Miami?”, conta ele, que dá palestras para divulgar a agência.
Além do parto (é possível escolher entre natural ou cesárea) e dos custos de duas diárias de internação em dois possíveis hospitais de Miami, o pacote inclui atendimento personalizado no fim do pré-natal, visitas domiciliares do pediatra nos primeiros dias de vida do bebê e as vacinas de dois meses.
DUPLA CIDADANIA
Apesar de muita gente não imaginar, toda pessoa que nasce em solo americano automaticamente recebe a cidadania americana, assim como todo bebê que nascer no Canadá, receberá a cidadania canadense. O mesmo não acontece em outros países como, por exemplo, Alemanha, Inglaterra, Itália e França, quando a cidadania só será automática se um dos pais for cidadão. É possível requerer a cidadania após um período, segundo regras de cada País.
“As pessoas que vão ter bebê nos Estados Unidos nem sempre querem morar lá, elas querem dar à criança a possibilidade de ter dois passaportes e ser cidadã americana, com todos os direitos e garantias. Não há nada na lei que vete essa questão e não é preciso ter residência fixa nos EUA. A pessoa precisa basicamente ter passaporte e visto válido para entrar no País”, afirma Daniel Toledo, advogado especializado em direito de imigração.
George Niaradi, presidente da Comissão de Relações Internacionais da Ordem dos Advogados do Brasil, regional São Paulo (OAB-SP), confirma que não há ilegalidade em ter o bebê nos EUA e reforça que a mulher não deve sentir nenhum constrangimento se for questionada sobre o assunto na imigração. 
Como não há um visto específico para esse tipo de serviço, em geral, as famílias viajam com visto de turista. Niaradi ressalta, entretanto, que em qualquer hipótese, mesmo sendo por conta de um tratamento médico, o ingresso no País pode ser barrado pelo agente de imigração. “Ele tem total autonomia de barrar a pessoa se suspeitar de algo. Por exemplo: se a mulher disser que está viajando a passeio, quando na verdade vai ganhar bebê. O agente pode entender que há uma fraude nessa informação”, alerta.
Grávida de 7 meses, a funcionária pública federal Claudia Akemi Yassutani, de 40 anos, passou por um susto no final do mês passado quando viajou aos Estados Unidos apenas para fazer o enxoval do filho, César. Durante a imigração, foi questionada sobre as razões da viagem e, mesmo afirmando que iria apenas fazer compras, o agente suspeitou e a encaminhou para a sala reservada. Lá, foi amplamente questionada por outros três agentes se estava viajando para ganhar o bebê lá. 
“Não deixaram meu marido entrar, perguntaram de quantos meses eu estava, quantos dólares eu estava levando, se eu pretendia ter o bebê lá, se eu já tinha a passagem de volta, onde eu ia me hospedar. Repetiram a mesma pergunta várias vezes, talvez para ver se eu cairia em contradição”, conta ela, que foi liberada a entrar no País por um prazo reduzido por 4 semanas, em vez dos tradicionais 6 meses. “Se tiver outro filho, certamente não farei mais o enxoval lá”, afirmou.

Boca de urna aponta vitória da aliança de Macri nas eleições na Argentina

Eitan Abramovich/AFP
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, deixa sua seção eleitoral após votar em Buenos Aires
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, deixa sua seção eleitoral após votar em Buenos Aires