quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Brasil atinge pior posição em ranking de percepção da corrupção em 5 anos. Não poderia ser diferente, depois de anos de assalto pela dupla medonha Lula-Dilma

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"Eleição embolada na Itália: o condenado, o ultra, o ex-garçom", por Vilma Gryzinski

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As semelhanças com o Brasil são evidentes, mas não devem ser exageradas. A Itália tem um sistema parlamentarista com partidos múltiplos e a eleição do próximo 4 de março tende, segundo aquelas pesquisas em que ninguém acredita mais, a produzir um resultado embolado.
O desgosto com a política de sempre é tanto que o candidato outsider, Luigi Di Maio, do Movimento Cinco Estrelas, já parece uma cara velha – embora tenha a maior preferência individual, com 28% dos votos.
A cara nova não tem grande novidade, exceto por ter saído do nicho da extrema-direita. É Matteo Salvini, da Liga do Norte.
O partido, criado como uma força política separatista com a plataforma de rachar a Itália do norte da Itália do sul, foi propulsionado pelo choque social e demográfico que a entrada em massa de africanos provocou no país.
Tornou-se um partido de apelo nacional, aliado a Silvio Berlusconi, o condenado de 81 anos que só pode participar do governo com um avatar. O que não o impede de fazer campanha com um tema que sempre foi seu.
Lembrete: Berlusconi foi condenado a três anos de prisão por corrupção, mas o crime já estava prescrito. A condenação que vale é a de sete anos, em serviços comunitários por causa da idade, por pagar para fazer sexo com uma prostituta de 17 anos, conhecida como Ruby Rouba Corações.
Replicado no gestual e do linguajar sem freios por um certo empresário americano com ambições políticas, Berlusconi quer recuperar o território local e o espaço mundial perdido para Donald Trump.
A última foi dizer que vai expulsar 600 mil africanos. Como? “Usando a polícia, os agentes da lei, o exército; todo mundo pode ajudar dizendo onde eles estão.”
Concordam com a proposta os outros integrantes da frente de direita, a Liga do Norte (que está pensando em tirar o norte do nome) e a Irmãos da Itália, um partido menor com origem no fascismo (a Itália é um dos poucos lugares em que a designação pode ser usada sem a desinformação e os exageros habituais).
A forte rejeição à imigração em massa nem de longe passou despercebida a Luigi Di Maio. O napolitano de 31 anos, que fez bicos como garçom, também é um candidato por procuração, pois o fundador do Cinco Estrela, o comediante Beppe Grillo, condenado por homicídio culposo num acidente de carro, é impedido de participar.
Apesar da facilidade com que assumiu uma posição importante na quase inescrutável política italiano, Di Maio nem de longe tem a retórica dura e pura de Salvini, um torcedor do Milan acostumado a andar cercado por jornalistas que o consideram a encarnação do mal.
Os confrontos verbais mais recentes aconteceram depois de uma sequência de crimes.Uma jovem de apenas 18 anos, Pamela Mastropietro, foi assassinada e esquartejada uma cidadezinha chamada Macerata.
A mala com com pedaços de corpo dela foi ligada a um traficante nigeriano. Pamela tinha escapado recentemente de um centro de recuperação de drogados.
“O que este verme ainda está fazendo aqui”, tuitou Matteo Salvini. Dias depois, um neonazista saiu atirando a esmo em africanos de Macerata. Fez a saudação fascista ao ser preso. Ele tinha sido candidato a vereador pela Liga do Norte.
Cercado de perguntas de repórteres que queriam estabelecer a conexão entre o “discurso do medo” e o ataque do atirador, Salvini respondeu atirando. “Talvez eu não fale italiano muito bem. Façam leitura labial: não é correto, justo ou humano, é criminoso agredir, espancar, ameaçar ou disparar contra pessoas na rua.
“Ponto, abre parágrafo.Frase número dois: a imigração descontrolada ajuda a paz social ou leva ao conflito social, ponto de interrogação. Frase número três: a imigração descontrolada, além de encher as cadeias, pode desencadear uma resposta violenta, embora nunca justificada.”
“Quero assumir o governo para controlar a imigração.”
“E para fechar as mesquitas?”, pergunta um repórter.
“E para fechar mesquitas ilegais. Quero saber quem as financia e quem está por trás delas, de onde vem o dinheiro, quem prega e o que prega.”
Ainda durante a campanha presidencial americana, Salvini foi recebido pelo candidato Donald Trump para uma conversa de vinte minutos da qual saiu com o que queria. “Você vai ser primeiro-ministro da Itália”, disse Trump.
Salvini, que já se fantasiou de rei mago para o presépio na escolinha da filha caçula (a comemoração natalina é contestada até na Itália), usava na lapela um broche com a efígie de Alberto da Giussano.
O personagem histórico foi um dos comandantes da Liga Lombarda nas batalhas contra as campanhas de conquista de Frederico Barba Ruiva, do Sacro Império Romano-Germânico.
Apesar de vitórias gloriosas, Frederico acabou conquistando várias cidades italianas. Milão se rendeu em 1164, mas acabou não só destruída como perdeu as veneradas relíquias dos três reis magos (que de novo entram na história), levados para a Alemanha.
Presumivelmente, Salvini não entrou em detalhes na conversa com Trump sobre as lutas entre guelfos e guibelinos na Itália Medieval.
A Liga Lombarda “inspirou” a Liga do Norte. O partido separatista foi criado em 1984 com o nome de Liga Autonomista Lombarda. Já teve mais rachas quanto partidos de esquerda. Pela primeira vez tem a oportunidade real de ser a cabeça de uma coalizão que levaria Salvini ao governo.
“Os italianos se sentem tão abandonados pelo resto da Europa, tão vitimados – justificadamente ou não – por uma invasão demográfica, que estão se radicalizando”, diz Alexandre del Valle, pseudônimo do franco-italiano Marc d’Anna, comentarista conhecido pelas críticas ao fundamentalismo muçulmano.
“Dentro da direita clássica, vemos hoje um ‘Basta’ que se manifesta em visões radicais, extremistas e conspiracionistas.”
“A esquerda está se radicalizando no sentido oposto”, de abertura total do país aos estrangeiros, segundo analisa del Valle. “Como disse recentemente o prefeito de Palermo, Leoluca Orlando, ‘as fronteiras são um instrumento de tortura’”.
Organizações a favor da política de fronteiras abertas estão tratando a Itália como “um laboratório para seu projeto de inundação demográfica”, de acordo com um grande plano de “destruição da civilização europeia cristã”, diz ele.
Ideias grandiloquentes e exageradas são comuns em qualquer eleição, períodos em que os problemas das democracias entram em fase de manifestação aguda.
Mas no ambiente social e político atual da Itália, o condenado Berlusconi pode acabar sendo o homem chamado para apagar fogueiras. Se ainda tiver água na mangueira.

Capitão da organização criminosa do Lula, José Dirceu vira réu outra vez na Lava Jato. Por... propina

Com Estadão Conteúdo



juiz federal Sergio Moro abriu nova ação penal contra José Dirceu (PT) por supostas propinas de R$ 2,4 milhões das empreiteiras Engevix e UTC para o ex-ministro da Casa Civil durante o governo Lula. O petista teria recebido os valores durante e depois do julgamento do mensalão, ação penal em que foi condenado no Supremo Tribunal Federal.
Também voltarão ao banco dos réus o ex-Engevix Gerson de Melo Almada, o irmão de José Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, e o diretor da UTC Walmir Pinheiro Santana. Moro, no entanto, ponderou que todos os réus nesta ação já foram condenados na Lava Jato e decidiu suspender a ação por um ano.
“Não vislumbro com facilidade interesse do MPF no prosseguimento de mais uma ação penal contra as mesmas pessoas, a fim de obter mais uma condenação. O que é necessário é a efetivação das condenações já exaradas e não novas condenações”, afirmou Moro.
José Dirceu foi sentenciado duas vezes pelo juiz da Lava Jato em primeira instância com penas de onze anos e três meses e de vinte anos e dez meses de prisão – esta última foi aumentada, em segunda instância para trinta anos e nove meses.
Ao abrir a nova ação penal, Moro ressalta que “quanto aos pagamentos da UTC a JD Assessoria [empresa de Dirceu], há a prova documental e a inusitada realização de pagamentos mesmo quando José Dirceu de Oliveira e Silva já estava condenado criminalmente na Ação Penal 470 [o processo do Mensalão]“.
A acusação da força-tarefa da Lava Jato foi ajuizada em 2 de maio do ano passado. Também foi acusado o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, mas a denúncia contra ele foi rejeitada por Moro.
Segundo a força-tarefa da Operação Lava Jato, “a Engevix, com a finalidade de ocultar e dissimular a origem criminosa de recursos desviados da Petrobras, encobriu pagamentos por serviços de assessoria de comunicação prestados no interesse do ex-ministro-chefe da Casa Civil”.
“As investigações ainda indicaram que José Dirceu recebeu valores da UTC Engenharia decorrentes de crimes praticados em detrimento da estatal petrolífera. Este repasse se deu por meio de aditivos contratuais fictícios da empreiteira com a JD Assessoria, empresa do ex-ministro”, afirma o Ministério Público Federal.
Moro levantou sigilo do empreiteiro Gerson Almada, que foi vice-presidente da Engevix. Ele compareceu espontaneamente à Polícia Federal no dia 4 de julho e admitiu que contratos no valor de R$ 900 mil entre a Engevix e a Entrelinhas Comunicação foram firmados de forma “simulada no intuito de justificar pagamentos sem causa lícita’.
Almada ainda disse que mantinha uma “conta corrente” com o lobista Milton Pascowitch desde 2005 para pagar propinas a agentes públicos, políticos e partidos, dentre os quais, especificamente, José Dirceu. De acordo com o ex-vice-presidente da Engevix, o próprio lobista sugeriu que os pagamentos fossem feitos ao petista.
Por terem atingido o cumprimento máximo de pena em seus acordos de delação, parte dos acusados não responderá por este processo. “Justificada, por outro lado, a falta de oferecimento da denúncia contra outros envolvidos, como Ricardo Ribeiro Pessoa e Milton Pascowitch em virtude das previsões constantes nos acordos e o fato de já terem sido condenados, com trânsito em julgado, ao máximo das penas previstas no acordo”, anotou Moro.
O advogado de José Dirceu, Roberto Podval comemorou a suspensão do processo. “Moro recebeu a denúncia ontem e se manifestou no sentido de suspender o início da ação por um ano face a desnecessidade de uma ação contra o José Dirceu e outros nesse momento. A solução dada foi pitoresca, mas a princípio concordamos com o juiz. Não há nenhuma necessidade de um novo processo agora. Para nós, não deixou de ser mais uma vitória no caso do José Dirceu.” A defesa de Gerson Almada não respondeu e o advogado de Walmir Pinheiro não foi localizado.

Morre aos 99 anos Billy Graham, o pastor mais ouvido da história

Com O Estado de S.Paulo, Reuters e AFP

O famoso evangelista americano Billy Graham, que aconselhou presidentes americanos e pregou o evangelho cristão a milhões de pessoas em todo o mundo, da sua comunidade local na Carolina do Norte à Coreia do Norte, morreu nesta quarta-feira, 21, aos 99 anos, informou seu porta-voz.
Graham morreu às 8 horas (10 horas, em Brasília) em sua residência na cidade de Montreat, na Carolina do Norte, segundo Jeremy Blume, representante da Associação Evangelista Billy Graham.

Billy Graham morreu nesta quarta, aos 99 anos, em sua residência; ele é considerado o pastor mais ouvido da história
Billy Graham morreu nesta quarta, aos 99 anos, em sua residência; ele é considerado o pastor mais ouvido da história Foto: Monica Almeida/The New York Times
Com seus estilo rígido e seus olhos azuis penetrantes, Graham era uma figura poderosa no auge de sua pregação, perambulando no palco e erguendo uma Bíblia ao declarar Jesus Cristo como a única solução para os problemas da humanidade.
Entre as personalidades que se reuniram com ele, estão a rainha Elizabeth II - recentemente, Graham apareceu como conselheiro da jovem rainha na minissérie The Crown, da Netflix -, o papa João Paulo II e a Madre Teresa de Calcutá.
De acordo com o seu ministério, ele pregou para mais pessoas do que qualquer outro evangelizador na história, falando para ao menos 77 milhões de pessoas pessoalmente. Além disso, mais de 215 milhões assistiram suas cruzadas por meio de TVs ou links via satélite, afirmou o porta-voz de Graham.
Graham foi o capelão de facto da Casa Branca para vários presidentes americanos, o mais notório deles Richard Nixon. Ele também se encontrou com muitos líderes mundiais e foi o primeiro evangelizador que conseguiu romper a barreira da Cortina de Ferro, durante a Guerra Fria, e levar sua mensagem aos países do leste europeu.
"Ele foi provalvente o líder religioso dominante da nossa era", disse William Martin, autor de "A Prophet With Honor: The Billy Graham Story" (Um profeta com honra: a história de Billy Graham, em tradução livre). "Não mais do que um ou dois papas, talvez uma ou outra pessoa, chegam perto do que ele conseguiu realizar."
Em uma rara viagem em seu últimos anos de vida, Graham celebrou seu 95º aniversário, em 7 de novembro de 2013, em um hotel de Asheville, na Carolina do Norte, acompanhado por mais de 800 convidados, incluindo a política republicana Sarah Palin, o magnata da mídia Rupert Murdoch, o então apresentador de reallity show (e hoje presidente dos EUA), Donald Trump, e a apresentadora de TV, Kathie Lee Gifford.

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Billy Graham, o pastor que aconselhou presidentes

A celebração incluiu um vídeo com um sermão que seu filho, Franklin, disse ser a última mensagem de Graham para os EUA. O pastor trabalhou por cerca de um ano na gravação, que foi exibida pela emissora Fox News. Na mensagem, ele afirmou que os EUA precisavam de "um despertar espiritual".
No seu auge, Graham tinha um estilo de pregar com falar rápidas e explosivas que lhe renderam o apelido de "Metralhadora de Deus". Durante suas "Cruzadas por Cristo", Graham disseminou campos de devoção em todo o território americano que se tornariam terreno fértil para o crescimento do movimento político conservador pelo direito religioso.
Sua influência foi ampliada por uma organização que, cuidadosamente, planejou sua campanhas religiosas o colocando em conferências internacionais e seminários de treinamentos para líderes evangélicos, disse Martin.
O domínio de Graham em relação aos meios de comunicação também foi algo inovador. Além do rádio e de publicações impressas, ele usou linhas telefônicas, a TV e transmissões por satélite para enviar sua mensagem para milhões de lares, igrejas e auditórios em todo o mundo.

Conselhos

O evangelizador começou a se encontrar com presidentes americanos durante o mandato de Harry Truman (33º presidente dos EUA), que assumiu a Casa Branca em 1945. Ele mergulhou na piscina da Casa Branca com Lyndon Johnson (36º), jogou golfe com Gerald Ford (38º) e viajou com George H. W. Bush (41º).
George W. Bush (43º presidente dos EUA) creditou a Graham a redescoberta de sua fé. Em 2010, quando o pastor já tinha dificuldades para viajar, Barack Obama (44º) foi até ele em sua cabana de madeira nas montanhas Blue Ridge, na Carolina do Norte.
Os laços de Gragam com a Casa Branca eram mutuamente benéficos. Sua reputação crescia como o pregador dos presidentes americanos enquanto que os políticos se tornavam mais populares entre os eleitores influenciados por questões religiosas.
"Suas vidas pessoais - de alguns deles - eram difíceis", disse Graham, um eleitor democrata registrado, à revista Time em 2007 sobre os políticos com quem teve contato. "Mas eu amei a todos eles. Eu admirei todos eles. Eu sabia que eles tinham fardos que iam além de qualquer coisa que eu jamais poderia saber ou entender."
A reputação de Graham foi arranhada, no entanto, depois que a Casa Branca divulgou em 1972 gravações em que ele e Nixon faziam comentários antissemitas. Mais tarde, o pastor disse não se lembrar da conversa, mas pediu desculpas pelo ocorrido.

Billy Graham prega para milhares de pessoas no Madison Square Garden, em Nova York, em 1957
Billy Graham prega para milhares de pessoas no Madison Square Garden, em Nova York, em 1957 Foto: Larry Morris/The New York Times
No começo de sua carreira, Graham costumava dar sua opinião sobre questões sociais e políticas do momento, incluindo seu forte sentimento anticomunista. Ele qualificou os manifestantes contrários à Guerra do Vietnã como pessoas em busca de atenção e, apesar de ter se recusado a realizar encontros para estimular a retomada do segregacionismo, não teve papel ativo no movimento por direitos civis na década de 1960.
Mas as políticas de Graham não eram tão claras como as de alguns líderes religiosos que vieram depois dele, como Pat Robertson - que disputou a presidência dos EUA em 1988 -, e Jerry Falwell - cofundador da Maioria Moral, organização cujo propósito é promover políticas de cunho cristão.
Com o passar do tempo, Graham disse que se tornou muito envolvido em algumas questões e adotou um posicionamento mais equilibrado - e em cima do muro - sobre vários temas para tentar atingir mais pessoas. Ele fez questão de se posicionar, porém, em relação ao casamento gay em 2012 ao apoiar uma proposta estadual para banir o casamento gay na Carolina do Norte. Ele também se encontrou com o candidato republicano à Casa Branca Mitt Romney em outubro daquele ano e declarou apoio à sua campanha pela presidência americana.

Da fazenda ao púlpito

William Franklin Graham nasceu em 7 de novembro de 1918 em um família presbiteriana. Ficou conhecido como Billy Frank ao crescer em uma fazenda perto de Charlotte, na Carolina do Norte. Quando era adolescente, se ocupava principalmente com partidas de beisebol e com meninas até ser tocado por Deus depois de ouvir uma calorosa pregação avivacionista em Charlotte.
Depois de frequentar a Universidade Bob Jones, na Carolina do Sul, Graham foi para a Bible school na Flórida, onde faria sua primeira pregação de avivamento e onde foi ordenado em 1939 por uma igreja na Convenção Batista do Sul. Ele recebeu uma bolsa de estudos para a Faculdade Wheaton, perto de Chicago, onde conheceu Ruth Bell, cujos pais eram missionários na China. Os dois se casaram em 1943.
Ao invés de trabalhar em uma igreja local, Graham escolheu ser um pregador itinerante, espalhando o evangelho em tendas. Conheceu o sucesso em 1949, em Los Angeles, quando uma de suas cruzadas programada para durar três semana se prolongou por mais cinco devido às multidões que atraiu.
O sucesso da campanha em Los Angeles e a fama que o evento lhe trouxeu fez com que o magnata da mídia William Randolph Hearst, que gostava do estilo de Graham e de seus argumentos anticomunismo, ordenasse que seus jornais apoiassem o pastor.
Com o tempo, o evangelizador trocou os eventos itinerantes por pregações em alguns dos locais mais famosos do mundo, como o Yankee Stadium e o Madison Square Garden, em Nova York, e o Estádio de Wembley, em Londres. Ele fez seus sermões ao redor do mundo, incluindo vilarejos remotos na África, na China, na Coreia do Norte, na União Soviética, na Checoslováquia e na Hungria.
Os liberais o acusaram de dar credibilidade para governos abusivos enquanto que os cristãos fundamentalistas o criticaram por ir a países ateus e promover relações pacíficas com eles. Graham disse que via essas viagens como oportunidades apolíticas de angariar almas para Cristo.
Graham encerrou suas campanhas religiosas em junho de 2005 em Nova York, em um evento de três dias que atraiu mais de 230 mil pessoas, segundo sua organização religiosa. Ele passou o controle de sua associação evangélica para seu filho Franklin. Os outros quatro filhos do pastor também são evangelizadores. 

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Aleluia quer votar em comissão projeto de privatização da Eletrobras na 1ª quinzena de abril

Leonardo Goy - Reuters
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A votação do projeto de lei de privatização da Eletrobras pode ocorrer em comissão especial do Congresso na primeira quinzena de abril, disse nesta quarta-feira o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), relator da proposta na Câmara, que disse que vai trabalhar para que isso ocorra nesse prazo.
Após reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., em Brasília, Aleluia reiterou ainda que quer incluir no texto a criação de uma nova agência para gerenciar investimentos na revitalização do rio São Francisco, onde estão várias hidrelétricas da estatal.
A ideia, segundo ele, é evitar contingenciamentos de recursos destinados para o São Francisco.
O projeto de lei prevê que, após a desestatização da companhia, a Eletrobras deverá destinar verbas a um programa de revitalização do rio São Francisco que envolveria 350 milhões de reais por ano nos primeiros 15 anos e 250 milhões de reais anuais nos demais 15 anos.
O governo trabalha para aprovar a desestatização da Eletrobras no Congresso até o final do primeiro semestre, para que a operação possa ocorrer no segundo semestre.

Em uma única tacada, Michel Temer atinge 5 dos principais candidatos à presidência

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